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O SEA OWL™, um sistema de sensores, é testado pela Petrobras.

Em conjunto com a tripulação da Belga Marine, a Ocean Visuals realizou a instalação de um sistema de sensores SEA OWL™ para a Petrobras a bordo do Navio de Resposta a Derramamentos de Petróleo (OSRV) Marlin Stolmen.

Equipe da Belga Marine and Ocean Visuals

Trabalhando em estreita colaboração com a equipe de Pesquisa e Desenvolvimento em Sensoriamento Remoto da Petrobras desde 2018, a Ocean Visuals projetou um sistema de sensores que incorpora a posição desejada pela Petrobras na detecção, verificação e classificação de óleo na água, em tempo real.

Sensor SeaOwl

O sensor foi instalado a bordo do “Marlin Stolmen”, um navio de resposta a derramamentos de óleo (OSRV) operado pelo Grupo Bravante no Brasil. O navio opera normalmente em campos offshore em nome da Petrobras. O Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Petrobras (CENPES) possui um grupo que avalia e desenvolve novas tecnologias para a segurança e o meio ambiente, onde a Dra. Cristina Maria Bentz desenvolve pesquisas na área de sensoriamento remoto. Um dos focos é avaliar e criar novas ferramentas para a detecção, verificação e classificação de óleo na água em tempo real, sem a necessidade de gerenciar amostras de água para envio a um laboratório.

CENPES

Para atingir esse objetivo, além dos testes de campo, está sendo criada uma biblioteca personalizada de óleos. A equipe da Ocean Visuals trabalha em estreita colaboração com a equipe de Sensoriamento Remoto da Petrobras e os treinou na aquisição das assinaturas espectrais de vários tipos conhecidos de óleo.

As assinaturas espectrais serão armazenadas em um banco de dados dentro do sensor lidar SEA OWL™ a bordo da embarcação. Quando o sensor detecta uma combinação de moléculas de hidrocarbonetos na água, essa assinatura espectral é comparada com a assinatura armazenada no banco de dados. Dessa forma, a detecção, verificação e classificação do tipo de óleo serão realizadas em tempo real, de forma autônoma. “Vemos muitos benefícios potenciais no uso dessa tecnologia”, afirma a Dra. Cristina Maria Bentz, da Petrobras P&D. Primeiro, a economia de tempo e custos para verificar características suspeitas em tempo real, sem amostragem de óleo ou água, diminuiu os alarmes falsos. Segundo, a avaliação do tipo, concentração e/ou espessura do óleo. E terceiro, a promissora detecção de óleo na coluna d'água até a profundidade de penetração do laser.

O Sensor de Óleo SEA OWL™ é testado pela Petrobras

Juntamente com a tripulação da Belga Marine, a Ocean Visuals realizou a instalação de um sistema de sensores SEA OWL™para a Petrobras a bordo do Navio de Resposta a Derramamentos de Petróleo (OSRV) Marlin Stolmen.

Equipe da Belga Marine e OceanVisuals

Trabalhando em estreita colaboração com a equipe de Sensoriamento Remoto de P&D da Petrobras desde 2018, a Ocean Visuals projetou um sistema de sensores que incorpora a posição desejada do operador na detecção, verificação e classificação de óleo na água, em tempo real.

Sensor SeaOwl

O equipamento foi instalado a bordo do Marlin Stolmen, embarcação de resposta a derramamento de óleo (OSRV) operada pelo Grupo Bravante no Brasil. A embarcação opera em campos offshore, atualmente fretada pela Petrobras. O Centro de P&D da Petrobras (CENPES) possui um grupo que avalia e constrói novas tecnologias para segurança e meio ambiente, onde a Dra. Cristina Maria Bentz desenvolve pesquisas na área de sensoriamento remoto. Um dos focos é avaliar e criar ferramentas para detecção, verificação e classificação de óleo na água em tempo real, sem a necessidade de gerenciar amostras de água para envio a um laboratório.

CENPES

Para atingir esse objetivo, além dos testes de campo, está sendo construída uma biblioteca personalizada de óleos. A equipe da Ocean Visuals trabalha em estreita colaboração com a equipe de Sensoriamento Remoto da Petrobras e os treinou na aquisição de assinaturas espectrais de vários tipos de óleos conhecidos.

As assinaturas serão armazenadas em um banco de dados dentro do sensor lidar SEA OWL™ a bordo da embarcação. Uma vez que o sensor detecta uma combinação de moléculas de hidrocarbonetos na água, essa assinatura espectral é comparada com a assinatura residente no banco de dados. Dessa forma, a detecção, verificação e classificação do tipo de óleo em tempo real serão realizadas de forma autônoma. “Vemos muitos benefícios potenciais com o uso dessa tecnologia”, diz a Dra. Cristina Maria Bentz, da Petrobras P&D.

Primeiro, a economia de tempo e custos para verificar recursos suspeitos em tempo real, sem amostragem de óleo ou água, diminuiu os alarmes falsos. Segundo, a avaliação do tipo concentração e/ou espessura do óleo. E terceiro, a promissora detecção de óleo na coluna d’água até a profundidade de penetração do laser.

Seminário Navalshore: Desafios na detecção de derramamentos de óleo no Brasil

Junte-se a nós nesta discussão entre especialistas sobre os desafios na detecção de derramamentos de óleo no Brasil.

Além de ser expositora na Navalshore, o maior evento marítimo da América Latina, que acontecerá de 22 a 24 de agosto, a Belga Marine apresentará uma palestra sobre os desafios na detecção de derramamentos de óleo no Brasil.

Juntamente com as duas empresas de tecnologia, Miros e Ocean Visuals, e a petrolífera brasileira Petrobras, a Belga Marine compartilhará insights de suas experiências com detecção de derramamentos de óleo no Brasil.

Neste seminário, você aprenderá mais sobre as tecnologias inovadoras neste campo e como elas ajudam a evitar incidentes e fornecem respostas rápidas na detecção e caracterização de óleo.

Quando: 23 de agosto às 14h

Onde: Navalshore – Expo Mag

Oradores:

  • Alexandre de Carvalho, Diretor de Vendas e Desenvolvimento de Negócios – Belga Marine
  • Christian Testman, CEO – Ocean Visuals
  • Sahil Kochhar, Diretor de Operações – Miros Group
  • Cristina Bentz, Geofísica Sênior – Petrobras

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